Projeto Amazonia

É de natureza política-pedagógica, esclarecedora e informativa, visando recuperar a capacidade racional da Nação, que foi eliminada pela trágica experiência “comunista” que o Foro de São Paulo com as organizações terroristas que o integram, por Luiz
Inácio Lula da Silva instaurou em 2.003 com o “Projeto de Poder do PT de Comunizar o Brasil Em 22 Anos” através do roubo do País, massacre da Nação e destruição da Pátria, pelo crime organizado no governo, operado por gangues políticas e gerido por
corporações terroristas, com a Constituição substituída por bandidos escondidos atrás de mandatos inventando leis, para bandidos escondidos atrás da toga manter o terrorismo de conchavos, cambalachos, propinas e subornos como sistema de poder, e a corrupção e o roubo partilhado como forma de governo; com a nação sequestrada em seus lares e locais de trabalho ao extermínio pelo terrorismo do medo, insegurança pública, insegurança jurídica, insegurança econômica e insegurança nacional, sem foro de socorro no Regime, porque em qualquer poder, perante qualquer autoridade, peticiona ao próprio bandido ou a protetor dele. Por essa estrutura a “experiência comunista” transformou a democracia em cleptocracia, e o País, num sindicato de
ladrões reduzido a uma massa falida do seu tamanho econômico de 1.940, submetido à tirania oligárquica transnacional corporativa terrorista de bandidos agregada no TERRORISMO LIBERTINO ESPETACULAR BRASILEIRO organizado em forma de ESTADO PARALELO OLIGÁRQUICO TERRORISTA DE BANDIDOS alojado no Palácio do Planalto, Forças Armadas, Polícia Federal, Procuradoria Geral da República, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal e daí por todo o tecido institucional e estruturas operacionais da República. Com o Estado Constitucional Patrimonialista Empresarial substituído pela BADERNA ELEITOREIRA sustentada pelo SOCIALISMO MONETARISTA DE ESTADO, SEM ECONOMIA, promovido por falcatruas contábeis, estelionato estatístico, renúncias fiscais estelionatárias, estelionato de preços públicos, estelionato de consumo, dívida pública renegociada registrada como crédito e registro de exportações frias; por onde fabricam ativos líquidos no balanço de pagamentos, para emissão de títulos à captação do dinheiro do terrorismo pelas bolsas para ser lavado através do complexo financeiro montado e gerido pelo Banco Central do Brasil, composto de 1.962 tipos de empresas monetárias, e para as emissões frias para lastro metálico em contas correntes pelo qual os bancos giram a roda do consumo/produção através do multiplicador bancário, “gerando emprego” no consumo fiado e a arrecadação na produção promovida pelas emissões frias do governo que passam pela iniciativa privada dando impressão de existência de uma economia, e voltam para o Tesouro Nacional onde são “esquentadas” como impostos, taxas, multas, emolumentos, custas, correção monetária, juros e lucros e se acumulam em dívida pública e privada; dando como produção de civilização, a vadiagem, prostituição, vício, miséria, analfabetismo, doença, destruição da família, desintegração da sociedade e desagregação da nação, já ao índice de 1.983% de aumento do banditismo comum de campo e 117,9 milhões de demandas na justiça entre 93 milhões de demandantes na população economicamente ativa de 105 milhões de pessoas; com 100 estupros de mulheres e crianças por dia; 5,6 milhões de jovens de 18 a 24 anos fora da vida, na prostituição, narcotráfico e marginalidade por falta de espaço econômico no País; 1,97 milhão de meninas de 9 a 16 anos mães solteiras com os filhos às expensas das avós ou nos depósitos de crianças para adoção. E, operando o estelionato eleitoral terrorista, de dois em dois anos a bandidagem oligárquica terrorista respectiva redistribui o País entre si como despojo das urnas pela modalidade de “bases parlamentares”, “governo participativo”, ”acordo de lideranças”,“ coalisão política”, “acertos suprapartidários” e “conciliações pela governabilidade”. E mantendo a Nação submetida pelos costumeiros “golpes políticos” e “golpes militares”, por sistema, no dia 1º de janeiro de 2.019 a quadrilha terrorista de bandidos de Michel Temer que esbulhava o Palácio do Planalto desde o dia 31 de agosto de 2.016 pelo golpe parlamentar terrorista do “impeachment da Dilma”, foi substituída pela quadrilha terrorista de bandidos de Jair Messias Bolsonaro pelo “golpe militar terrorista da insurgência cívico militar contra a Constituição”, o qual está para ser desalojado do Palácio do Planalto e anexos pelo povo no exercício direto do poder no Presidente Constituinte da República, Celio Evangelista Ferreira do Nascimento, através do socorro humanitário que a soberania solidária previne.