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Conheça Alter do Chão: lindas praias na Amazônia

Amazônia não é só floresta. No meio das suas belezas infinitas está o vilarejo Alter do Chão, que já foi eleita pelo jornal inglês The Guardian como a praia mais bela do Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Também conhecida como Caribe Brasileiro, tem praias de areia branca e água transparente, que aparecem por mais de 100km na época da seca, em meados de agosto.

Esse destino ecológico, ainda pouco conhecido, fica no Pará, distante cerca de 30km de Santarém, na margem direita do rio Tapajós.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além de curtir a praia, ao conhecer esse pedacinho especial do Brasil, também é possível conhecer a Floresta Nacional do Tapajós e suas comunidades ribeirinhas. Se quiser voltar para a praia, poderá avistar botos tucuxi (cinza) e cor-de-rosa!

Essa dica de turismo vem a tempo de se programar ;) . Veja no site como chegar

Se você já foi para Alter do Chão, deixe seu comentário do que não pode deixar de ser visto e vivido nesse paraíso.

 

Por: Redação

Fotos: Época

Fungo da Amazônia Equatoriana se alimenta de plástico

Um fungo que se alimenta de plástico foi descoberto na região amazônica equatoriana, o que pode ser uma alternativa da própria natureza para diminuir a quantidade de lixo plástico do planeta.

A biodiversidade da Amazônia sempre surpreende pesquisadores, e essa descoberta que ocorreu numa expedição liderada pelo professor Scott Strobel, do laboratório de bioquímica molecular de Yale, realmente é uma boa surpresa da natureza.

O fungo Pestalotiopsis Microspora tem apetite por poliuretano, matéria prima de vários produtos industrializados, desde objetos de plásticos duros até carpetes, e esse material é altamente durável e demora séculos para se degradar completamente na natureza. Além disso, o fungo resiste aos ambientes com pouco oxigênio, como lixões e aterros sanitários.

A descoberta, assinada pelo estudante Pria Anand, foi publicada em edição do Applied and Environmental Microbiology. Será esta uma solução da mãe natureza para o desequilíbrio causado no meio ambiente?

 

Fonte: Greenvana

Floresta Amazônica inspira produção Rural

Em busca de melhores formas de uso da terra nas regiões de clima tropical, pesquisadores se reuniram no Pará nos meses de fevereiro e março deste ano, para trocar experiências sobre diversos aspectos da floresta amazônica, a fim de melhorar a produção agrícola.

A floresta ensina que a interação natural entre as espécies podem favorecer o desenvolvimento de árvores frutíferas ou madeireiras, e num ciclo otimizado de cultivo pode-se explorar os frutos e madeira de forma aprimorada e menos agressiva ao ambiente.

Nesse sistema, por exemplo, o agricultor pode produzir culturas anuais (feijão, arroz, mandioca etc.) nos primeiros anos, enquanto mudas de cacau e de cupuaçu aproveitam o sombreamento de uma bananeira para se desenvolverem. Em outra fase, quando já frutificam, aquelas frutíferas podem ser sombreados por espécies madeireiras, como o mogno. As variações de espaçamentos, escolha de espécies e suas combinações para compor um sistema agroflorestal são muitas e acompanham a criatividade dos agricultores.

Isso reflete na sociedade que sobrevive de economia rural, pois o agricultor pode cultivar e colher durante o ano todo, além de não precisar de sistemas mecânicos. Para o meio ambiente, aplicar um cultivo semelhante com a cobertura original da floresta ajuda a manter uma estabilidade climática e evita a perda de nutrientes do solo, comum nas áreas sem cobertura vegetal, além de ser uma alternativa de recuperação de áreas degradadas.

 

Fonte: Diario do Pará

Tartarugas-da-amazônia são protegidas pela própria comunidade em Mamirauá

As comunidades ribeirinhas de Mamirauá, no Amazonas, estão ajudando a salvar as tartarugas-da-amazônia.

Os animais, que até pouco tempo eram alvos da própria comunidade, para alimentação humana e também na fabricação de óleo que era utilizado na iluminação pública, agora são protegidos devido ao projeto Aquavert, que conscientiza as comunidades.

O resultado é o aumento de nascimento de tartarugas em 265%, em 2010 foi registrado o nascimento de 11500 mil tartaruguinhas, e em 2011 esse número passou pra 42 mil.

Esse projeto espera ser expandido para além dos dez mil quilômetros que atua na Amazônia, e com isso passe a proteger outras espécies de tartarugas que também estão em extinção.

Fonte: Ciclo Vivo

Google está mapeando a Amazônia

O Google Street View, ferramenta que oferece fotos de diversas cidades do mundo em 360º, chegou à Amazônia. Uma parceria do gigante da internet com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) vai levar essa tecnologia para a região, gerando fotos e compartilhando a paisagem e cultura local com o mundo.


O projeto teve início em setembro/2011, com as primeiras imagens do Rio Negro sendo capturadas por barcos com o trike acoplado – uma espécie de triciclo com câmeras. Os barcos vão fotografar o rio Negro e a floresta, e contam com a participação de moradores da comunidade local, que estão sendo capacitados para operar o trike.

Depois da coleta, as imagens ficarão disponíveis na internet, no site do Street View. “Assim que todas as imagens estiverem no ar, poderemos compartilhar a cultura e a beleza de locais da Amazônia com qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo”, afirma Karin Tuxen-Bettman, líder do time de Geolocalização do Google.

Segundo o superintendente geral da FAS, Virgílio Viana, o projeto oferece mais do que apenas entretenimento, e assume “um papel de extrema importância na conscientização sobre os desafios de conservação, desenvolvimento comunitário e sustentabilidade na Amazônia. Esperamos que esta iniciativa fomente outras parcerias que também possam unir a alta tecnologia com a sabedoria dos moradores da floresta”.

Já dá pra imaginar seu GPS alertar: “entre no próximo afluente à direita”!

Fonte: BBC do Brasil

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